13/05/2012
A dádiva da maternidade e a graça de ser filho
11/12/2011
Se o homem das cavernas soubesse...
Ano 2011. Século XXI. Era da tecnologia, ciência e informação, reformas ambientais, defesas pelos direitos raciais, étnicos, políticos e religiosos iguais. Sexo liberado geral. Casamentos homossexuais previstos em lei. Acordo pré-nupcial em casos – ainda existentes – de casamentos heterossexuais. Transexualismo, AIDS e catástrofes sociais. Desemprego, terrorismo, fome, países subdesenvolvidos, países desenvolvidos em crise, Estados lutando por sua emancipação, NASA tentando invadir outros universos...
É. Eu acho que se o homem das cavernas soubesse o que aconteceria jamais teria saído da caverna!
Vamos lá. Estamos fora da caverna. Um mundo lindo, floresta densa e intensa, água para todos! Resultado: Desmatamento, poluição dos rios, extinção da fauna e flora. O que fazer? Criamos a tecnologia para “recompensar” a ausência dos frutos ou “ajudar” a explorar a terra. Criamos também a ciência para “desenvolver” produtos, alimentos, remédios, roupas e outros, pois não temos mais nem a saúde nem a oferta generosa da Mãe Natureza. E agora? Vamos informatizar tudo. Globalizar o mundo. Vamos unir nossas forças para alcançar um inesgotável crescimento tecnológico e científico – um ciclo vicioso. O quê? A Terra foi destruída? Reforma ambiental e está resolvido o problema. Ah, porque todos nós somos iguais. Os portadores de necessidades especiais têm que trabalhar para comer. E se tiver dificuldades mentais? Não é problema, todos nós somos loucos também. E se mulçumanos terroristas são iguais a freiras enclausuradas, porque não posso transar com alguém do mesmo sexo que o meu? A lógica deste século é essa! E ainda, pra quê eu vou me casar se daqui, há uns dez anos em média, vou me divorciar? Para evitar gastos financeiros com o divórcio já existe o acordo pré-nupcial. E não há mais a obrigação de se casar, pois o sexo é livre e à vontade, com quem e quando quiser. Num mundo onde não há mais princípios, sejam morais, éticos, políticos ou religiosos, como pode haver ordem? Novamente o resultado é catástrofe.
Se o homem das cavernas soubesse o que aconteceria jamais teria saído da caverna!
Tá. Mas e hoje? Será que podemos voltar à caverna? A resposta é sim, se você usar a caverna como esconderijo do mal que envolve o mundo. O Senhor Altíssimo é a caverna. O esconderijo do Altíssimo é o lugar de onde jamais deveríamos ter saído. Debaixo das suas asas temos proteção de todo e qualquer mal que invade e destrói o nosso mundo. O nosso mundo passa a ser protegido, o nosso mundo passa a ser um mundo no qual habita a salvação e o amor, a ordem e o alcance dos objetivos sem destruição e com cada um no seu devido lugar. Se você é uma mulher que está sob as asas do Altíssimo, você será uma mulher em toda a sua amplitude e RECEBERÁ TODOS OS CUIDADOS QUE ALMEJA. E se é um homem, será o HOMEM QUE DEUS CRIOU, livre de todo mal e maldade, capaz de amar e relacionar-se intimamente com a mulher que Deus lhe der. E ambos serão felizes. Eternamente felizes, dentro da caverna.
Moral: Estar fora da presença de Deus é destruir a si e a tudo que o cerca mesmo criando meios para evitar isso. Enquanto estar na presença de Deus é alcançar todos os objetivos seguindo a ORIGINALIDADE DO SEU PROPÓSITO aqui na Terra (Gn 2). E as diferenças debatidas entre homens e mulheres nos relacionamentos são todas equilibradas por um Deus que é, sobretudo, AMOR.
17/11/2011
Educação a distância ganha força no Brasil
A Professora Fernanda (foto - fonte: Rádio 730) é especialista no assunto, atuante na área de educação a distância, como Coordenadora Técnico-Pedagógica da Universidade Norte do Paraná (Unopar). Segundo ela, existem estudos realizados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) que destaca que pouco antes de 1900 já havia registros de educação à distância no país, feito por meio de correspondência.
“A educação a distância é uma modalidade de ensino que utiliza das tecnologias de informação e comunicação como uma forma de interação entre professor e aluno. Ela se difere do ensino presencial porque este tem espaço e tempo determinados, já a educação a distância este espaço e tempo tem mais flexibilidade”, explica.
Ouça na íntegra a entrevista: http://www.portal730.com.br/noticias/educacao/23962.html
Fontes:
(1) portal730.com.br
(2) eca.usp.br/prof/moran/dist.htm







