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Mensagem de Natal

Final de ano é tempo de festas, presentes, família, viagens, férias, solidariedade e reflexão. Tudo isso em um clima de comilança descontrolada que culmina em algumas gordurinhas extras a serem queimadas apenas no próximo ano depois dos votos e promessas do tipo: nesse novo ano vou fazer mais exercícios, vou ter uma dieta mais equilibrada, vou perder alguns quilinhos. A verdade é que a cada ano que passa parece que estamos com alguns quilinhos a mais, salvo aquelas pessoas sortudas que não importa o quanto apreciem a melhor culinária, sempre permanecem com o mesmo índice de massa corporal ou até menos.

Gosto muito dessa época, principalmente porque estou incluso na lista dos admiradores de bons cardápios, e também na lista dos pesos quase pesados. O natal é interessante mas existem algumas questões que me incomodam nessa data. Uma delas é a presença e divulgação tão massiva deste velhinho do Pólo Norte, o entitulado Papai Noel.
O Papai Noel original é um Santo Católico da Lapônia, chamado Nicolau. Já o Papai Noel como conhecemos hoje, teve seu design criado por um artista gráfico que trabalhou em uma propaganda para a Coca Cola no final da 2ª Guerra. Esse artista determinou as cores da vestimenta (vermelha) o jeito bonachão, o saco de presentes, a barba branca características mundialmente conhecidas do velhinho. Porque tanta ênfase na figura do Papai Noel? Será que ele é a o principal motivo do Natal? Será que a essência do natal é a troca de presentes?

O Natal é uma adaptação católica de antigas festas pagãs. Estas festas eram promovidas por culturas ancestrais para comemorar o solstício de inverno e trazer boa sorte na agricultura. Os persas acreditavam que um pequeno sol nascia sobre a forma de um bebê, comemorando em 25 de dezembro o Dia do Nascimento do Sol Invicto. Grandes jantares e árvores verdes ornamentadas enfeitavam átrios para espantar os maus espíritos da escuridão, e presentes de bom agouro eram ofertados aos amigos. Até os primeiros três séculos da era cristã, a humanidade não celebrava o Natal como conhecemos hoje. Foi preciso que o Império Romano adotasse o cristianismo como religião oficial, no século IV. A partir desse momento, a Igreja passou a conferir significados católicos para as tradições e os simbolismos pagãos. Foi a apropriação destes cultos, sobretudo o de Mitra, que acabou gerando o nosso Natal, com a data de nascimento de Cristo sendo celebrada no dia 25 de dezembro.

A data do natal sempre foi secundária para os cristãos. A data mais importante sempre foi a páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. No início do século XX, houve uma maior ênfase no natal, onde as pessoas foram motivadas a trocar presentes nesta data para que as vendas do período fossem melhoradas, e isso acontece até hoje com o auxílio agora dos meios de comunicação muito mais fortes que antes. Apesar de saber que o Natal virou símbolo de comércio e da cultura consumista em que estamos imersos hoje em dia, existe algo de bom que deve ser considerado. No Natal comemora-se o nascimento de Jesus, apesar de não termos a certeza do dia, mas serve para lembrar a todos nós que ele nasceu e viveu em nosso meio, ressuscitou e ainda continua vivo eternamente.

É tempo de refletir sobre nossos valores, sobre o que realmente importa para nós. Como diz a Bíblia “do que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”. É bom pararmos de pensar um pouco no que queremos para pensar um pouco mais no que realmente precisamos: de paz com Deus e com nós mesmos. Um ótimo natal pra você e sua família, obrigado por acessar meu Blog nesse ano que se passou. Até a próxima.
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Vídeos Douglas Prado

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Relembrando os tempos de Cefet/Go

Estava navegando pela net e tive a agradável surpresa de encontrar algumas publicações que fiz a alguns anos atrás. Na ocasião trabalhava de bolsista no Cefet-Go na Coordenação de Ciências Humanas durante o período de faculdade. Postei alguma delas neste Blog hoje para que você possa conhecê-las.

Esta última, sinceramente eu não me lembrava, mas ao lê-la reacendeu em mim as lembranças de cada uma de suas palavras. Foi uma postagem de "despedida" desta fase da minha vida, em que aprendi muito com grandes educadores do Cefet-Go e da UFG. Espero que esta mensagem te leve à reflexão de como tem agido na sua vida profissional. Faça como aquele jovem universitário (eu), seja diferente, faça a diferença.

"Se alguém me perguntasse sobre como alcançar sucesso em qualquer atividade, eu diria que é necessário a paixão. Pensar nos outros seria outro importante ingrediente. Digo isso pois convivi nos últimos dois anos com pessoas que me ensinaram, através de seu exemplo vivo, a conquistar o sucesso, pelo menos no que diz respeito à realização pessoal. Sou grato à Cristina (da Coordenação de Assistência ao Estudante) e ao Walmir (da Coordenação de Ciências Humanas), que me ensinaram a ver o mundo a partir de uma nova ótica. A Cristina, através de virtudes, como a sua dedicação e amor ao CEFET-GO (professores, alunos e servidores) e o Walmir através de sua postura enérgica frente aos desafios sociais e institucionais, buscando sempre contribuir para uma sociedade mais justa.

Claro que estes não são os únicos a quem sou grato. Agradeço também aos alunos e professores do ensino médio, com os quais convivi a maior parte do tempo enquanto bolsista no CEFET-GO, e a todos aqueles que se engajaram nos projetos de criação do Boletim Ponto de Vista, da Revista Humanidades em Foco, dos sites da Coordenação de Ciências Humanas, da Coordenação de Turismo e Hospitalidade e do Festival de Artes de Goiás, dos quais participei.

Isto não é uma despedida, e sim uma carta destinada a todos aqueles com quem aprendi a amar e a respeitar, a todos aqueles que, já com saudades, os deixo (pelo menos formalmente), mas com a esperança de continuar a vê-los aqui no CEFET-GO ou em outros lugares.

Um recado especial aos atuais e aos futuros bolsistas: por mais que você ache que seu serviço não faz a diferença, fique com as palavras de Priscilla, a atual bolsista da Coordenação de Ciências Humanas: “saiba que para construir uma casa cada tijolo é importante”. Cada um de nós tem um trabalho a desempenhar na Instituição. Não se contente apenas com o que te mandam fazer, e sim, busque novos horizontes, proponha inovações, faça críticas, seja diferente e faça a diferença.
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Você sabe ler?

Douglas Prado

Você sabe ler? Espera aí, deve estar pensando que a resposta é muito óbvia, é claro que você sabe ler, não é mesmo? Se não soubesse não estaria lendo este texto! Mas afinal, o que é leitura?

O ato de ler está usualmente relacionado com a escrita, mas existem outros tipos de leitura, basta darmos atenção ao que acontece a nossa volta e conseguir ligar esses sinais a uma experiência, a uma fantasia ou a uma necessidade nossa. Em primeiro lugar, temos que compreender que o significado de leitura vai além do simples conceito de decifrar sinais gráficos. O ato de ler é uma atividade que significa interiorizar uma informação que é exterior ao leitor, por exemplo, quando assistimos a um filme estamos lendo, isto porque estamos decodificando uma mensagem que nos é transmitida, e codificando-a novamente de forma a assimilarmos e compararmos com conceitos e informações já apreendidas anteriormente. Outro significado de leitura pode ser compreender e interpretar textos. De maneira simplificada, texto seria um conjunto de informações que percebemos de três maneiras: sensorialmente, emocionalmente e racionalmente.

Desde o nosso nascimento começamos a compreender e a dar sentido ao que nos cerca, isto porque aprendemos por meio das experiências de confronto com nós mesmos e com o mundo. Aprendemos a ler lendo e vivendo, a partir do contexto social ao qual estamos inseridos. O importante é sabermos que o ato de ler sempre está ligado com a interação entre o contexto social - que é contraditório e conflituoso socialmente – e o indivíduo.

Propaganda de Incentivo à Leitura


O nível de domínio da leitura determina o tipo de leitor que você é, e se sabe realmente ler. Segundo Nelly Novaes Coelho, o leitor iniciante é aquele que está em fase de aprendizagem da leitura, período este em que ocorre o processo de sociabilização e de racionalização da realidade com a qual a criança entra em contato. O leitor em processo tem o domínio relativo do mecanismo da leitura e da agudização do interesse pelo conhecimento das coisas, com o pensamento lógico se organizando em formas concretas que permitem as operações mentais. Já o leitor fluente se caracteriza pela consolidação do domínio da leitura e da compreensão do mundo expresso por meio do texto, ou da realidade que é apresentada ao indivíduo. Finalmente, o leitor crítico é aquele que tem o total domínio da leitura, incluindo a da linguagem escrita, além de ter a capacidade de reflexão em maior profundidade, o que lhe permite ir mais fundo no texto e descobrir a visão de mundo ali presente, compreendendo as ideologias e as motivações sociais que levaram à construção do discurso.

Sabe-se que o conceito de leitura em nível do senso comum está ligado à separação entre o trabalho intelectual e o trabalho manual, em que apenas os “letrados”, aqueles que supostamente seriam capazes de ler livros, seriam os únicos que teriam o “direito” de dar sentido ao mundo, restando aos demais a submissão. Muitos educadores apregoam a necessidade da constituição do “hábito de ler”, mas os livros escolares geralmente transmitem uma visão de mundo repleta de (pré)-conceitos sociais (ou falsa consciência), dando ao conceito de leitura um sentido restrito e puramente formal.

Ampliar a noção de leitura pressupõe transformações na visão de mundo em geral e na cultura em particular, isto porque ela é um processo de compreensão de expressões formais e simbólicas, que geralmente estão em um contexto sócio-cultural muito amplo, indo para além daquele em que o leitor vive imediatamente. A função do educador é o de ampliar a capacidade de leitura crítica de seus educandos, criando condições para que os mesmos realizem aprendizagens a partir de necessidades e fantasias individuais e coletivas, sob as demandas e exigências que a realidade lhes apresenta, permitindo dessa forma uma ação transformadora sobre o mundo. Assim, poderá ser possível pensamento e ação livres de idéias pré concebidas e “engessadas”.

Somente por meio de uma leitura crítico-transformadora do mundo poderemos alcançar liberdade, visto que a mesma não pode ser alcançada fora de um processo de desalienação individual e coletiva!

Publicado em: Ponto de Vista

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O que é liberdade?

Douglas Prado

Liberdade... o que é liberdade? Alguns dizem que é poder fazer o que se quer, ou o direito de se fazer escolhas, outros falam que liberdade é assumir as conseqüências de seus atos. Para falarmos de liberdade no contexto contemporâneo, vamos fazer uma análise histórica da formação cultural ocidental, partindo do período pré-moderno.

O indivíduo pré-moderno tinha como princípios norteadores de sua vida, dogmas ditados pela Igreja e pelas tradições. O filho do marceneiro crescia vendo o pai trabalhar e, a partir daí, ele aprendia sua futura profissão, perpetuando o ofício passado de pai para filho. A pessoa bem vista na sociedade era aquela que seguia os ensinamentos e andava no mesmo caminho ensinado por seus pais, o de ir à missa, se confessar e conservar inquestionavelmente os santos sacramentos.

No iluminismo, aflorou o questionamento das verdades religiosas. O objetivo era livrar os homens do medo e fazer deles senhores de seus atos, livrando-os do mundo do feitiço e do misticismo, através da dissolução dos mitos por meio do saber. Paralelamente a isso houveram mudanças nos aspectos sociais, como o aumento do número de pessoas nas cidades, devido a novas ofertas de trabalho geradas pela Revolução Industrial. O ritmo acelerado do mundo das fábricas contrastava com as cidadezinas pacatas e tranqüilas de antes, causando impactos psicológicos nos cidadãos modernos, delineando assim uma nova cultura, a urbana, onde predominava uma reformulação do passado (religião, tradições) em prol do desenvolvimento e do progresso material, no qual o homem era seu principal agente.

No início do século XX, houve o surgimento e desenvolvimento de novas tecnologias, e, dentre elas, as dos meios de comunicação de massa. O indivíduo se vê nesse momento como um experimentador do mal-estar no coração da cultura contemporânea, isto é, como vítima da incerteza e da dúvida gerada pela quebra dos mitos e dos dogmas. Sem as verdades inquestionáveis, o indivíduo moderno se vê nu e sozinho em um mundo de inseguranças. Esse fenômeno ocorre à medida em que aumenta a possibilidade de se fazer escolhas. Quem nunca sentiu angústia ao se encontrar em situações como do tipo “será que eu levo este sapato azul ou este marrom?”, “será que faço o curso de medicina ou de engenharia?” etc. O Filme Matrix retrata bem essa realidade de estarmos constantemente fazendo escolhas. Neo, protagonista do filme, fez a escolha de tomar a pílula azul, cujo resultado foi se ver livre das amarras que o prendiam, em um mundo artificial e irreal que o fazia escravo das máquinas. Em várias partes do filme, Neo teve que fazer escolhas quanto ao caminho a seguir. Na nossa sociedade, chamada por muitos estudiosos de sociedade pós-moderna, percebemos o predomínio da cultura de consumo. Segundo Mike Featherstone, vivemos em uma sociedade cujas necessidades se baseiam no “ter”, em que os meios de comunicação de massa possuem um papel primordial de, através da ampliação e da criação dessas necessidades, incentivar o consumo, favorecendo a lógica de produção capitalista, em que novos mercados são gerados e mantidos.

Freqüentemente nos vemos comprando algo que não sabemos porque estamos comprando. Os modismos nos impulsionam a consumir para estarmos dentro dos padrões estéticos e comportamentais impostos pela mídia, e isso faz com que subjuguemos nossa própria identidade em prol desses modismos, ofuscando nossa individualidade. Como diz Adorno e Horkheimer, o indivíduo se vê completamente anulado em face dos poderes econômicos.

Onde está nossa liberdade neste contexto? Qual a diferença entre escolher o sapato azul ou o marrom, entre fazer faculdade de medicina ou de engenharia e entre estar dentro ou fora da moda e dos padrões estéticos? A diferença é que não existe diferença. Se não tivermos a consciência de que somos algo a mais do que simples consumidores e que nossa vida é mais do que acumular e ostentar riquezas, seremos apenas escravos presos dentro da grande Matrix contemporânea: o sistema de acumulação capitalista, com sua poderosa cultura de consumo.

Publicado em: Ponto de Vista
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Informação ou banalização da violência?

Douglas Prado

Vivemos em um tempo em que a banalização e a espetacularização da violência destrói a nossa capacidade de indignar diante de fatos que até pouco tempo atrás eram inconcebíveis. O que fazer diante disso?

Várias são as teorias que abordam a questão da violência veiculada pelos meios de comunicação de massa. Ao analisá-las percebemos que se completam, e que umas não excluem necessariamente as outras.

Mídia e violência


A Teoria da Dessensibilização defende que a violência estaria relacionada à exposição excessiva do receptor à mensagens com conteúdos violentos, capazes de provocar nele, a longo prazo, a perda da sensibilidade emocional, banalizando assim a violência.

A Teoria da Catarse, afirma que as imagens de violência acabariam funcionando como uma “válvula de escape” para as tensões e ansiedades do telespectador. Ao assistir imagens espetaculares de violência, as pessoas se sentiriam satisfeitas (ilusoriamente) pois seriam capazes de derrotar (provisoriamente) a sua condição de impotência frente às frustrações reais.

Na teoria da Síndrome do Medo, a super exposição às imagens de violência provocaria um medo exagerado, criando uma ansiedade incontrolável, onde tudo e todos passariam a ser suspeitos. Algumas pessoas acabariam adquirindo o “complexo de vítima”, outras acabariam andando armadas (física e psicologicamente), ou inibindo as predisposições agressivas do indivíduo devido ao medo exagerado de ser punido.

Na Teoria da Aprendizagem Social, o comportamento violento seria fruto da aprendizagem social. A exposição intensa à violência, tornaria os indivíduos mais agressivos, principalmente aqueles que já teriam uma personalidade mais propensa à agressividade. Através de modelos, estimulados e formados pela mídia, seriam reforçados valores simbólicos e culturais que serviriam de referência, para o comportamento do indivíduo. É claro que essas influências dependeriam de muitas variáveis tais como conteúdo da mídia, freqüência, formação e experiências passadas, controle social, ambiente familiar, situação sócio-econômica, etc.

Violência na Mídia e as Crianças


É necessário discutir a origem dessa violência, não vendo-a apenas como resultante das ações da mídia, mas como reflexo de uma realidade muito mais profunda e complexa. Ao estudá-la deve-se considerar questões como a negação de direitos, a concentração da propriedade e da riqueza, relacionando-os as contradições que caracterizam a estrutura social. E mais, a violência é um dos elementos que inegavelmente influencia e é constitutiva do comportamento dos indivíduos em sociedade.

O interesse em transformar as pessoas em consumidores, desprezando os valores éticos, o amor ao próximo, a cidadania e valores espirituais, fazem da mídia um forte instrumento de mercantilização da cultura e de difusão de conteúdos ideológicos. Estando a par da influência midiática, e de sua contribuição para a propagação da violência, sem todavia reduzir a violência como um resultado direto dela, cabe à sociedade fiscalizar de maneira organizada seu conteúdo, redefinindo os limites éticos que regem as interações e contradições sociais.

Publicado originalmente em: Ponto de Vista
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A sociedade da informação

Douglas Prado

Com o avanço da tecnologia, surgiram novos meios de comunicação, sobretudo no século XX. Passamos de uma sociedade de produção para de informação. Sem dúvida, a televisão foi o principal meio de comunicação desse século, mas outros meios também se destacaram como é o caso do rádio e, mais recentemente da comunicação mediada por computadores.



Muitos estudiosos analisam esse novo cenário, alguns com uma visão apocalíptica (acreditando que os meios de comunicação de massa têm enorme poder de influência na vida das pessoas) e outros com uma visão mais otimista (acreditam que as pessoas não são meros receptáculos de informação, mas que interpretam a informação de maneira diferente umas das outras).

É claro que esses meios influenciam a vida das pessoas, mas que tipo de influência é esta, e até que ponto pode nos atingir?

Cada ser humano tem uma visão diferente da realidade, e essa visão é nada mais que um conjunto de representações simbólicas, fruto das informações adquiridas ao longo da vida, através do contato do indivíduo com o mundo exterior.

Os meios de comunicação de massa (MCM) atuam no campo das representações simbólicas das pessoas, fazendo parte da formação cultural das mesmas, interferindo no seu comportamento. É verdade que cada pessoa reage de maneira diferente às informações fornecidas pelos MCM, mas é inegável a influência desses meios na formação da mesma.

Vídeo: Sociedade da Informação


Na Sociedade da Informação, em que a comunicação eletrônica se faz presente de forma marcante na vida do ser humano, é importante ressaltar também a questão da globalização da informação. Esse processo foi capaz de alterar a relação espaço/tempo, permitindo que qualquer indivíduo que tenha acesso às diferentes tecnologias possa acessar informações e conhecer lugares do mundo inteiro, sem sair de casa.

Os meios de comunicação são importantes instrumentos de construção identitária e social, daí a necessidade de estudá-los e de avaliar os seus impactos.

Publicado originalmente em: Ponto de Vista
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Seis maneiras de fazer as pessoas gostarem de você

Quem não gostaria de descobrir os segredos para tornar-se agradável, comunicativo e interessante? Se você é alguém com mente sana, certamente esse é um dos seus principais desejos. Um de nossos maiores desafios como seres humanos é viver em sociedade. Algumas pessoas são consideradas bem sucedidas ou atraentes, enquanto outras são indesejadas e mal sucedidas. Nesta postagem estaremos vendo mais um pouco sobre o conhecimento e os princípios de Dale Carnegie em seu livro “como fazer amigos e influenciar pessoas”. Como fazer os outros gostarem de você? É o que veremos a seguir.


O primeiro princípio é “interessar-se sinceramente pelas outras pessoas”, faça isso e será bem recebido em toda parte. Não existe nada pior do que você não ser notado por alguém. Como se sente ao querer conhecer uma pessoa e descobrir que ela não tem o mínimo interesse por você?

Existe um meio simples de causar uma primeira boa impressão: sorria! Não é o que você tem, ou quem você é, ou onde você está, ou o que você está fazendo que o tornam feliz ou infeliz. É o que você pensa sobre isso. Abe Lincoln disse que “a maioria dos povos é tão feliz como arquiteta ser em seus cérebros”. Existe um provérbio chinês que diz que “um homem sem uma fisionomia sorridente não deve abrir uma loja.” Lembre-se daquele vídeo da carinha amarela sorridente: sorria! Sorria para o mundo e verás que o mundo sorrirá para você. Normalmente as pessoas refletem nossas atitudes. Experimente olhar com a cara “amarrada” pra alguém e ela te olhará do mesmo modo. Dê um sorriso sincero, que com certeza também receberá o mesmo sorriso. Sua atitude em relação à vida volta pra você. Seja otimista sempre, e será um ímã capaz de atrair pessoas.

O terceiro princípio fala de algo que se você não fizer será dominado por complicações. Chame as pessoas pelo nome. Lembre-se de que o nome de um homem é para ele o som mais doce e mais importante que existe em qualquer idioma. Infelizmente eu tenho dificuldades em decorar nomes, talvez seja esse seu caso, mas não desanime, faça como eu, anote o nome das pessoas e antes de vê-las, se possível, ache o nome dela na sua agenda e utilize-o na sua conversa.

Uma pessoa interessante é aquela que tem um “bom papo”. Mas como ser alguém com quem as outras pessoas gostam de conversar? Um modo fácil de ser um bom conversador é ser um bom ouvinte, incentive os outros a falar sobre eles mesmos. Não comece contando sua vida, seus problemas, suas frustrações, pare um pouco e ouça a pessoa. Vivemos em um mundo de indivíduos solitários e isolados. Para sermos ouvidos temos que pagar consultas caríssimas de psicanalistas, psicólogos e outros profissionais, pois praticamente é a única maneira de sermos ouvidos. Seja alguém que ouve as pessoas com interesse, e se tornará alguém muito raro, e portanto valioso nos dias atuais.

Sempre que eu chegava perto de uma moça que estava interessado, pensava em como impressioná-la, em como fazer com que ela se interessasse por mim. Muitas vezes eu falhava. Porquê? Porque eu ainda não conhecia o princípio de como interessar as pessoas. Esse princípio resume-se em falar de assuntos que interessem ao outro. Ou seja, quando for conversar com alguém fale do que a pessoa gosta e não sobre o que você quer, ou sobre seus próprios interesses. Não chegue em uma moça que odeia futebol falando da sua paixão pelo São Paulo Futebol Clube.

Finalmente para fazer as pessoas gostarem de você imediatamente, faça o outro sentir-se importante, mas faça-o sinceramente. “Fale com as pessoas a respeito delas mesmas”, disse Disraeli, um dos homens mais perspicazes que jamais governaram o Império Britânico. “Fale com as pessoas a respeito delas mesmas e elas o ouvirão por muitas horas.”

Esses são alguns princípios que se praticados o ajudarão a ser alguém mais atraente e interessante.
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Humor de negócios: recrutamento de empregados e o chefe

Nova prova para recrutamento de empregados

Para todos os gerentes
Por favor prestem atenção à seguinte norma obrigatória para a contratação de novos empregados:



O candidato deve ficar esperando em uma sala em que haja somente uma mesa e duas cadeiras. Deixe-o sozinho por duas horas sem nenhuma instrução. Ao terminar as duas horas, volte, e preste atenção no que o indivíduo está fazendo:
- Se desmontou a mesa, mande-o para a Engenharia
- Se está contando os tocos de cigarro no cinzeiro, mande-o para as Finanças
- Se está gritando e agitando os braços, envie-o à Produção
- Se está conversando com as cadeiras, Recursos Humanos pode ser uma boa opção
- Se está dormindo, considere oferecer-lhe um posto na alta gerência
- Se está escrevendo sua experiência, mande-o para as Comunicações
- Se nem sequer levanta seu olhar quando você voltar, contrate-o para a Segurança
- Se ao chegar ele tentar te convencer que não é tão mal como parece, mande-o para o Marketing
- Se foi embora antes do tempo, envie-o a Vendas.

Fonte: degerencia.com


Sobre o Chefe

Um


Um jovem executivo saía do escritório às seis da tarde, quando vê o presidente da empresa em frente à máquina destruidora de papéis, com um papel em sua mão.

"Escuta", disse o presidente ao executivo, "é assunto de vida ou morte, e minha secretária já foi embora. Podes fazer com que essa máquina funcione?".

"Claro", respondeu o jovem. Ligou a máquina, inseriu o papel, e pressionou o botão de "iniciar".

"Excelente, excelente!", disse o presidente, cuando o papel já desaparecia dentro da máquina. "Agora só preciso de uma cópia".

Dois

Um homem entra em uma loja de animais de estimação, em busca de um papagaio. O dono lhe mostra três idênticos em uma jaula.

- "O da esquerda custa 500 reais" mostrou.
- "Porque tão caro?" respondeu o cliente.
- "Bom, esse papagaio sabe usar um computador".

Em seguida lhe pergunta pelo papagaio do meio.

- "Esse custa 1000 reais".
- "Caramba, porquê?".
- "Esse papagaio faz o mesmo que o outro, mas ainda sabe Física e Matemática".

Intrigado, o cliente pergunta pelo terceiro papagaio.

- "2000 reais".
- "Incrível, e esse o que faz?".
- "Para ser honesto, desde quando chegou aqui não vimos ele fazer absolutamente nada, mas os outros dois papagaios o chamam de CHEFE".

Fonte: DeGerencia.com
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